quinta-feira, 12 de maio de 2016

Conhecendo o Yakissoba Factory do Estádio Beira-Rio

Boa noite pessoal,
Domingo passado foi dia de jogo, final do campeonato gaúcho de futebol. Mas aqui como o assunto principal é culinária, não vou comentar o jogo em si (meu time saiu campeão) e sim uma novidade que acabei experimentando ontem. O assunto culinária está acima de paixões futebolísticas aqui no Blog.
Trata-se do restaurante Yakissoba Factory, unidade Porto Alegre, que está situada em uma loja no Estádio Beira-Rio (loja externa, aberta ao público em geral).
Esta rede de restaurantes especializada em comida oriental foi criada em 2010 e tem cardápio assinado pelo chef Kiko Hwang, formado pela escola Le Cordon Bleu (tema de postagem logo, logo). 
Segue o link para conhecerem um pouco mais http://www.yakisobafactory.com.br/.
Feitas as apresentações, vamos ao que interessa. Comida oriental!
Pedimos um yakisoba clássico extra (R$ 29,90), serviu bem um casal. Com bastante legumes e carne.
E uma Coca Zero (R$4,50).
Acompanhando dois rolinhos primavera (R$ 5,90 a unidade) bem quentinhos e saborosos (pedidos à parte).
A filha foi de temaki salmão completo (R$ 14,90 com suco), com cream cheese e cebolinha, que segundo ela estava muito bom (geralmente ela comenta se o arroz está forte de vinagre, ou se a alga está mole, etc, desta vez somente elogiou).
O atendimento é bem legal, cortês e atencioso, além disso o cardápio tem várias opções, para aquele torcedor que está cansado de consumir sempre o mesmo lanche, está aí uma boa pedida!
Estamos na Fanpage deles no Facebook!!!!!

Foto retirada do arquivo da página Yakissoba Factory  
Link da foto para comentários e curtidas 
A Fanpage também tem informações do horário de atendimento, do cardápio e muito mais! 
Tem dias que rola até música ao vivo! Fique ligado!
Conheça o lugar, vale a pena!!
Até a próxima!

terça-feira, 10 de maio de 2016

Aprendendo a fazer ceviche com o Rolando

Boa noite pessoal!
Hoje nosso Blog tem o prazer de apresentar a receita do Ceviche, um dos pratos mais tradicionais da culinária peruana. O Ceviche é um prato cuja base é peixe cru marinado e vários outros ingredientes. 
Achei interessante a frase que li no site http://www.portalorganico.com.br/artigo/26/o-que-e-ceviche, que fala que "Ceviche é uma preparação e ao mesmo tempo uma técnica de conservação",  graças ao suco do limão que "cozinha" o pexie cru.
Eu nunca tinha feito o Ceviche! Tinha uma idéia de como seria, mas a receita....
Mas, os caminhos da vida fizeram com que eu tivesse a chance de aprender e preparar este prato com um peruano aqui na minha casa! 
Rolando Emiliano Alvan Alegre é namorado da minha tia Rejane, irmã da minha mãe. Ele nasceu em Lima, capital do Perú e está residindo em solo brasileiro desde 31 de dezembro de 1972. Questionei sobre o motivo de ter vindo e ter ficado, ele respondeu: "Foi o motivo de aventura, conhecer outra cultura e me apaixonei por tudo". Que sorte da minha tia conhecê-lo pois é um cara muito legal e a minha, pois tive a chance de ter aula prática e as dicas que os livros as vezes não trazem e, no final, ainda degustar o prato.
Bem, vamos a receita e a preparação?

Ingredientes:
1,5 kg de peixe branco (usamos filé de anjo)
500 gramas de camarão pequeno
500 gramas de calamar (ou lula, se preferirem -  também pode ser usado o polvo)
3 cebolas roxas médias
2 pimentas dedo de moça
6 dentes de alho
1 pedaço pequeno de gengibre (uns 7 centrimetros)
7 limões (dependendo do tamanho pode ser um pouco mais, pois a receita precisa de bastante suco do limão)
Pimenta do reino a gosto
Sal a gosto
Para acompanhamento: 1,5 kg de batata doce
Para decoração do prato: 1 pé de alface

Preparação:
O prato começa na noite anterior ao do consumo, quando colocamos o camarão e o calamar em panelas separadas, por 5 minutos, após a água começar a ferver. Após o tempo fervando, escorrer e colocar na geladeira até o dia seguinte.

No dia seguinte, o trabalho começa com o corte do peixe, em pedaços pequenos. O calamar também é cortado em pedaços semelhantes ao peixe. Pode ser necessária uma nova limpeza do calamar, devido ao seu mecanismo de proteção ser uma tinta escura que solta para se defender, aí na hora do corte se faz uma limpeza com água.
Depois de limpos e cortados, temos o peixe, o camarão e o calamar em quantidade bem semelhante e em pedaços bem parecidos. Aí juntamos em um prato.
Após é necessário cortar os ingredientes, pimenta, cebola, alho e gengibre, pois serão misturados no prato acima.
Passo seguinte: misturar os ingredinetes acima no prato onde estão o peixe, camarão e o calamar, misturando bem para dar gosto do gengibre, cebola, alho e pimenta.
Após, espremer os limões e colocar por cima do prato e misturar mais uma vez todos os ingredientes. Acrescentar pimenta do reino e sal para ajustar o tempero eo sabor final.
Deixar descansar por umas duas horas.
Enquanto isso preparar a batata doce, deixando ferver na panela até estar no ponto para consumo. Depois é só descascar.
 Voltando ao prato principal, depois de deixar marinando, é só preparar a apresentação, decorando prato com alfce ao redor, deixando o visual "show de bola"!!!

Com vocês o Ceviche, acompanhado de batata doce e de outro prato peruano chamado Causa (abordaremos em outra postagem no Blog). Para beber uma cerveja Cristal Baden Baden, ideal para harmonizar com camarão e carnes brancas.
 Apresentação:                                                                                   
Valeu Rolando, ficou muito bom e eu aprendi!!! Fatlou a nossa foto para ilustrar a postagem, mas não faltará oportunidade!
Até a próxima!

domingo, 8 de maio de 2016

Dicas de boa gastronomia pelo mundo - parte 1

Olá,
Hoje começaremos um novo tipo de  tópico no Blog. Acredito que dicas sempre são boas de serem transmitidas, principalmente com relação a locais que ainda não conhecemos e que alguém de nosso convívio visitou e pôde desfrutar da gastronnomia do local, seja ela a requintada ou aquela que é acessivel e mais popular mas nem por isso deixa de ser prazerosa e saborosa.
As primeiras dicas vem da Itália, do colega de Correios Marcelo Moraes. Em fevereiro deste ano ele esteve visitando cidades da Itália e pedimos a ele que comentasse um pouco sobre as pizzas, quais as impressões que ele ficou com relação a este prato típico da culinária italiana. E do qual eu particularmente sou fã...pizza é muito bom....Mas vamos as dicas!!!
As pizzas que mostramos abaixo são da cidade de Sorrento, região da Campania, provincia de Napoles.
                                          Pizza de rucula com tomate seco.

                                          Pizza de cogumelo e tomate seco
 
Cada pizza é de um restaurante diferente. Nosso convidado fez as  seguintes ponderações quanto questionado sobre as diferenças entre a pizza italiana e brasileira:
- O sabor da pizza em si é bem parecida com as do Brasil, porém na Itália não são feitos tantos sabores como no Brasil, as pizzas são mais tradicionais como rucula com tomate seco, muzzarela, marguerita, etc;
- O rodízio é uma exclusividade do Brasil, o que existe na Itália são locais de atendimento expresso onde o cliente escolhe as fatias de pizzas prontas (alguns sabores disponíveis), o atendente corta, aquece, coloca em ima embalagem e o cliente leva pra consumir em casa;
- A pizza não é exatamente redonda. No Brasil a pizza tem a forma mais equilibrada em termos de sua circunferência do que na Itália;
- Massa mais grossa na Itália do que no Brasil;
- A pízza no prato serve duas pessoas e tem preço médio entre 7 a 9 euros, dependendo do restaurante e do sabor escolhido.
Quando visitar a Itália, não esqueça: experimente a pizza! Sorrento é uma boa pedida!
Ah, uma curiosidade: estudos indicam que a pizza surgiu seis mil anos antes de Cristo através dos egipcios, que desenvolveram uma massa baseada na mistura da farinha com água. Esta receita simples acabou percorrendo civilizações ao longo dos anos. Até que durante as Cruzadas a receita chega ao porto de Napoles, na Itália. A partir daí temos a pizza servindo de alimentos aos pobres, com a adição de algumas ervas e azeite, muitas vezes servida como se fosse um sanduiche. Somente após este contato com os italianos, mais precisamente com os napolitanos, é que a pizza tornou-se redonda, com massa assada e contou com o acréscimo de temperos como manjericão orégano, etc.
Então, pizza uma invenção anterior aos italianos, porém da forma consumida nos dias de hoje temos que agradecer aos napolitanos!
No Brasil foi instituido o Dia da Pizza, comemorado dia 10 de julho, desde 1985.
Até a próxima!!!

terça-feira, 3 de maio de 2016

Almoço no Mercado Público - parte 2 - Restaurante Sayuri

Boa noite, amigos!
Na segunda parte das postagens que estou fazendo sobre opções de almoço no Mercado Público de Porto Alegre, quero apresentar para aqueles que ainda não conhecem o Restaurante Sayuri.
O Restaurante Sayuri deve estar no Mercado Público há no mínimo uns 15 anos, mais ou menos. O local no qual fez sucesso foi na loja localizada no segundo andar, mas devido ao incêndio ocorrido em 2013, que atingiu o segundo andar e várias lojas do Mercado Público, o atendimento provisório (desde 2014 - e sem previsão de finalização da obra do segundo andar!) tem acontecido no andar térreo, no local conhecido como Espaço de Eventos. Mesmo com estes transtornos a qualidade dos pratos continua a mesma. 
Lá que eu conheci o tataki de salmão, que será o protagonista de outra postagem.....
Mas vamos ao que interessa!
O almoço hoje foi lá (almocei com colegas da empresa) e os pratos pedidos foram: o yakissoba de carne, que dispensa comentários pois tem um sabor que geralmente não se consegue repetir em casa, brinco que é a chapa suja, kkk, claro, na verdade a chama de fogão de cozinha do restaurante é mais forte que a chama do fogão residencial e isto parece fazer um diferencial bem grande como se "flambasse" a massa, a carne e os legumes (obs: já utilizei oléo de amendoim em casa e o sabor fica parecido, não igual).
Acompanhando o yakissoba de carne (ou vice-versa, tanto faz!) temos o sakana furai, que é o prato abaixo, são filés de congrio a milanesa fritos com acompanhamento de tomate e repolho cortado cirugicamente fino. A magia deste prato é que a fritura é extremamente leve, não tem aquele peso que as frituras apresentam. E o sabor é maravilhoso.
O sakana furai é servido com um molho semelhante ao barbeque, porém não tão forte de sabor e um pouco mais doce. Acredito que o molho tenha participação de ketchup, mas, não consegui decifrar a receita.Vou pedir ao proprietário para me passar......
 O primeiro prato nunca esquecemos.....kkkk
Como a porção é bem servida, geralmente dividimos em duas pessoas um yakissoba de carne e um sakana furai.
A conta fechou em R$ 49,00 os dois pratos mais uma H2O. Valor bem acessivel levando em conta a qualidade e na divisão (R$ 24,50 por pessoa) o valor fica próximo a de outros restaurantes do centro de Porto Alegre.
Quem ainda não conhece fica a dica! Vale a pena!
Até próxima!

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Almoço no Mercado Público - parte 1 - Restaurante Naval

Passear no centro de Porto Alegre, mais precisamente no Mercado Público, em pleno sábado, pode parecer um programa não muito empolgante, porém a qualidade e variedade de produtos disponíveis acabam compensando o tumulto, a correria e a quantidade de pessoas que decidem fazer o mesmo.
Ainda mais se chegando perto do meio-dia chover e a fome bater forte, aí você acaba decidindo continuar no Mercado Público e degustar as variedades disponíveis no lugar.
Desta vez o local escolhido foi o Naval, restaurante inaugurado em 1907 e que resistiu a enchentes e demais problemas que ocorreram com o Mercado Público ao longo dos anos. Também se destaca pois foi um dos bares frequentadores por boêmios de Porto Alegre e visitantes ilustres que estavam em nossa capital a trabalho ou a passeio.
Apesar de ser um destaque nos frutos do mar, tem um prato que gosto muito, já experimentei algumas vezes com os colegas de trabalho e no sábado dia 23/04 levei a família para degustar: o Entrecot da Casa.
A experiência começa com uma entrada muito especial: bolinhos de bacalhau, que são apresentados em um formato diferente que mostro abaixo:
O prato principal é acompanhado de uma salada mista, com alface, cenoura, rúcula, palmito, tomate:
E finalmente, o prato principal, que é o Entrecot da Casa acompanhado de arroz, batatas fritas e farofa, a imagem fala por si só:
O Entrecot mal passado, com o sal na quantidade certa, fica perfeito.
Prato montrado para consumo imediato:
Um acompanhamento chama a atenção: uma geléia de pimenta, forte mas ao mesmo tempo adocicada, que acompanha bem tanto o bolinho de bacalhau como o Entrecot. Faltou a foto da pimenta, mas quando for almoçar lá peça ao garçom, vale a pena.
Uma porção de bolinhos de bacalhau, o Entrecot com arroz, fritas e farofa, acompanhado de salada, mais um suco de uva e um H2O totalizou R$ 97,00 (10% incluso). Vale a pena experimentar.
Até a próxima!

quarta-feira, 27 de abril de 2016

E por que não arriscar? tentar fazer e incrementar....

Recebi do Carlos Bento (nossa segunda entrevista no blog) um link que mostrava um post no blog da Sara Bodowsky (http://wp.clicrbs.com.br/roteirodasara/2016/04/11/receitaarabehomus). Até aí nada de mais, ok? Até por que o blog dela tem várias dicas legais, vale a pena conhecer... Mas confesso que a receita que este post mostrava mexeu um pouco comigo. Ao ver com atenção e conferir a receita, que ensinava a fazer o Homus, uma pasta muito utlizada na culinária árabe, fiquei com a sensação de que era muito fácil de fazer e pensei: por que não tentar?Bem, então tentei....
Acompanhe abaixo:
Ingredientes (da receita presentada pela Sara utilizei o dobro dos ingredientes)
500 gramas de grão-de-bico
Azeite de Oliva (conforme o gosto de quem está fazendo, eu gosto e coloquei um bom pouco)
4 colheres de sopa de Tahine (uma pasta de gergelim que é vendida pronta)
1 dente de alho
Sal a gosto (a dica da Sara foi usar o sal rosa, que tammbém acabei usando)
Suco de 1 limão
Preparo:
A operação começa 12 horas antes, deixar de molho o grão-de-bico para inchar. Após este período colocar na panela, nem precisa ser de pressão (pelo tempo de molho) e deixar ferver um pouco deixando macio. Desligar o fogo e deixar esfriar.
No liquidificador coloque o Tahine, o limão, o alho, sal, azeite de oliva e o grão-de-bico, para evitar que engrossasse muito, coloquei o grão-de-bico aos poucos, sempre colocando um pouco do azeite de oliva e um pouco da água onde foi fervido o grão.
Depois é só servir.
O que o blog da Sara não trazia (kkkk) foi o complemento que fiz para acompanhar o Homus e o pão árabe (que comprei no supermercado, numa próxima eu arrisco fazer).
Aí vai:
- Cebola do "Cheddar McMelt": cortei uma cebola em pedaços pequenos, esquentei uma frigideira, coloquei manteiga, coloquei a cebola para fritar e depois coloquei shoyu.
- Carne em tiras com alho: com óleo de gergelim, Tahine e alho: cortei em tiras pequenas um pedaço de 400 gramas de contrafilé bovino, fritei em um frigideira, coloquei uns 7 dentes de alho picado, uma colher de sopa de óleo de gergelim e uma colher de sopa de Tahine.
                                                                                                                 Homus by Eduardo

                                              Cebola estilo "Cheddar" e a carne com alho
Bem, desmistifiquei um pouco esta pasta árabe, achei que seu preparo era bem mais complicado, pelo sabor final que experimentava em restaurantes, mas achei bem tranquilo. O detalhe é utilizar os ingredientes indicados (o Tahine é vendido em supermercados, já vem pronto para uso)  e deixar o seu toque em termos de sabor, mais salgado, com mais azeite de oliva, ou mais suco de limão, enfim, aquele toque final próprio de cada um.
Até a próxima!

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Receita rápida, molho rápido! - Molho Agridoce

Boa noite caros leitores!
Hoje nem estava prevista postagem no blog, mas como as circunstâncias levaram a necessidade de preparar o jantar apenas para mim, acabei fazendo e decidi postar.
Vamos chamar de Sassami de frango com molho agridoce.
Ingredientes:
2 pedaços de frango (sassami) temperados com alecrim, 1/4 de cebola e sal;
Gengibre em conserva (alguns pedaços para acompanhar o frango e fazer o contraponto entre o doce do molho e o seu sabor citrico)
Molho agridoce:
3 colheres de sopa de vinagre
4 colheres de sopa de açucar
4 colheres de sopa de Ketchup (eu usei Barbeque, pois era o que tinha em casa,kkk)
3 colheres de chá de maisena
1 colher de chá de sal
Preparo do frango: frigideira quente, um pouco de óleo, fritar até dourar os pedaços de frango. Acescentar os pedaços de cebola e deixar dourar.
Preparo do molho agridoce: 
Colocar todos os ingedientes na panela e mexer até engrossar.
Organizar os ingredientes finais no prato e servir!
 
Simples, mesmo se fossem mais pessoas para o jantar é possível o preparo de modo rápido! E também uma refeição leve, com contraste entre o doce do molho, o citrico do gengibre e do toque intenso do alecrim que foi usado para temperar o frango.
Até a próxima!